Estrada

Era assim que eu enxergava a vida. Como uma viela enevoada, de onde poderiam sair muitas coisas. De onde poderiam surgir muitos mistérios e o fim… Ah! O fim estava escondido em algum ponto. Inevitavelmente. Tudo o que eu sempre pensei foi em seguir meus sonhos, seguir em frente e não parar até que chegasse o momento. Encontrar pelo caminho quem me fizesse bem, e que eu pudesse retribuir. Encontrar quem me fizesse mal e que eu pudesse lutar e superar. Não só pessoas, porque nem sempre o que nos leva ao desgaste é alguém. O importante sempre foi lutar e conseguir o que se desejava, desde que não ferisse ninguém. Isso não é um século medieval, apesar de muitas vezes parecer. É assim que vejo a vida, com flores e frutos que regamos, cuidamos e colhemos. Vez ou outra a colheita perece, ou estraga, mas se cuidarmos mais e deixarmos de lado o que for mal (porque tudo o que tem vida nos ouve), usarmos as experiências até aqui para aperfeiçoar ao invés de retroceder, tudo ficaria melhor. É assim que um dia, num futuro próximo, deverá ser.

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